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Playmaker: Programação divertida

Cingapura, em uma disputa sadia com outros países como Israel, Romênia, Bélgica e Irlanda visa se tornar o primeiro país inteligente do mundo. Por lá, crianças usam tablets, drones sem qualquer discussão e a ideia para se tornar referência mundial em inteligência engloba diversas atividades para se tornar realidade, e uma delas é o ensino de programação nas escolas, para todas as séries.

O projeto denominado Playmaker, criado há dois anos, funciona em 160 escolas e atende em torno de 10 mil alunos entre 3 e 6 anos de idade. O primeiro passo é com brinquedos robotizados e programáveis. A aula começa com crianças brincando com uma abelha robotizada, a Beebot, e elas sabem de cor o mecanismo: é preciso programar a abelhinha-robô para que ela chegue a um ponto determinado.

https://www.youtube.com/watch?v=XcPK7bVdxt4

 
A tarefa é realizada com as crianças rindo e divertindo-se, não importa que atinjam o objetivo: é a aula-brincadeira favorita. Outras crianças brincam com o Kibo, um dispositivo que faz a leitura de cubos de madeiras. Estes cubos vão para frente, dançam e giram. Em outra parte da sala, colegas criam circuitos com adesivos. O negativo vai com o positivo, e, se a ordem estiver correta, uma lâmpada acenderá. Com isso, os pequenos aprendem que programar computadores é uma brincadeira, e não um castigo.

 

FonteCampo Grande News 

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